16 de mar. de 2011

BUNITINHO DIMAAAAIS!

Quantas vezes na vida ficamos pensando num monte de coisas e mirabolando o que nem existe. Noutras, viajamos tanto no que pode ou não acontecer, que nos paralizamos na comodidade do "prefiro não fazer". Não sei, mas confesso que acho esses vídeos virais muito bacanas. É impagavelmente bom a gente rir ou chorar de alegria quando vê alguma pérola "internética" dessas. Até nos estimula a agir da mesma forma. Acredito que deva ser esta a intenção de quem divulga um vídeo assim.
Pensando dessa forma, faço o mesmo, divulgo o vídeo. O mundo tá meio maluco, seus habitantes piores ainda. Vamos fazer algo que torne pelo menos alguns minutos do dia de outrem, muito agradáveis.
Espero, portanto, que quem assistir este filminho, faça-o junto a alguém que ama, que sorria ao final e que no mínimo sinta vontade de dizer algo bom e verdadeiro para o seu mais próximo, pode até ser um "eu te amo".



10 de mar. de 2011

PAPO QUALQUER COISA

Deu vontade de falar de amor ou de qualquer coisa boa que remeta ao mesmo.

Ultimamente andava arredio, chatinho, meio que enegrecido pela fuligem de um monte de coisa nebulosa que me andou assolando. Mas acho que, em parte, é culpa da chuva que não pára. É cientificamente comprovado que as endorfinas sofrem uma influência climática, mas em mim é demais. Imagina o meu péssimo humor num domingo a tarde com céu nublado e chuva? 

Pois bem, falemos de amor.

Já reparou que amor escrito ao contrário é Roma? Seria Roma a cidade do amor? Não deve ser não. Dizem que Paris cumpre melhor tal função. Ou será Buenos Aires, Santiago, Nova York, Rio quem sabe, um final de semana em São Paulo? Sou pouco viajado, admito, e acho isso meio vergonhoso. Tenho um passaporte que já vai vencer e que nunca foi carimbado. Eu o tirei numa época em que estava doido pra sumir daqui, mas as coisas caminharam por diferentes veredas, e cá estou eu. Feliz, graças a Deus.

Enrola não. E o amor?

Só há amor quando duas ou mais pessoas estão em questão? Acho que sim. Sentir saudade, esperar alguém chegar, ver algo e presentear sem ter motivo algum, sair, dar umas corridinhas, comer uma pizza depois do trabalho, tomar umas três garrafas de vinho, falar um monte de asneira, chorar e desabafar sem ninguém pra te julgar. Uma lista infinita de coisas utopicamente bonitinhas que são feitas a dois. Só na Reserva. Sensaaaaaacional!

Deixa de show e vamos aos fatos, e o amor?

Fato é que gente tem me irritado. Ando meio fã de Heleninha Hoitman e Nazaré Tedesco, sabiam como se safar da asneira terrena. Uma afogava as mágoas em álcool e a outra o secador numa banheira. O máximo a que chego é num copão de vodka com energético, um trance psicodélico no talo e meus três mil metros de sempre só pra deixar os "zuin muliiiin"! Só que de vez em quando quero queimar os chapéus de palha na cabeça desses intelectualóides. O coisa antipática!

Tentei falar de amor, mas misturei um monte de coisa. Ficou qualquer coisa, algo sem sentido, ou talvez com muito sentido pra quem tem olhos pra entrelinhas. Mas acho que o amor é assim, um monte de coisa boa misturada, algo que nos torna seres bem bobos. Seres que falam numa linguagem de criança retardada. Digo que até mais agradáveis. Mais certos, tanto que até nas mais severas adversidades se sentem seguros e fortalecidos.

Só digo uma coisa, o amor é acordo, é manutenção e convivência. Sempre disse, apesar de minha limitada experiência. O amor é o dois em um. Qualquer coisa, muita coisa ou nenhuma. Sei também não. Cada um define o seu, sorte de quem tem, feliz de quem o mantém. Pois bem. Falei demais, prolixo eu, como sempre. Vamos dormir que está tarde. Amanhã mandamos a mensagem de sempre. Com Deus!

Este papo já passou de qualquer coisa.

7 de mar. de 2011

CAROS AMIGOS

Aqui agora, neste frio e nesta chuva, lembro de você.
Faz tempo que não nos vemos, vimo-nos no almoço e te liguei ontem.
E como não poderia faltar um clichê, digo:
Nas piores e também nas melhores horas da vida, lá estava você a me oferecer seu ombro.
...
Nas noites longas, após esperar ansiosamente o China'n Box, pego o telefone e te ligo.
Choramingo a vida, conto as vitórias, compartilho agruras e formosuras.
Rememoro seus conselhos, posso nem ter acatado a todos, mas algum me serviu de algo.
...
Eita família que escolhi.
Presente de Deus, sempre digo.
Até confesso que com eles posso contar sem medo. Sem qualquer receio.
Seja ao vivo, pelo telefone ou por palavras a distância, mesmo que por telepatia.
...
É saudade de você, é ansiedade em lhe ver.
É uma vontade incomensurável em ter-lhe por perto todo o tempo.
É um querer demais que você seja eterno caro amigo.




14 de fev. de 2011

CARTA PARA VOVÔ NEWTON



- Então, “seu” Newton? Será que chove?

- Chove... Aproveita e entra pra tomar um café!

Faça chuva, faça sol, aquele moço não abandonava os pequenos e prazerosos hábitos: todos os dias se punha a regar a horta, as roseiras e a varrer o quintal.

Da calçada vovô Newton via Turmalina acontecer. Notícias? Quase todas... Como ele sabia de tudo sem tirar os pés de casa?

- E aquela fêmea de belga? Chocou?

- Chocou! Tirou três!

Proponho, agora, duas questões.

Alguém aqui já viu vovô Newton de bermuda? Ou melhor, há quanto tempo aquelas pernas não tomavam sol? Calça, camisa social e pente à prontidão.

E a segunda...

Vocês conhecem alguém que já tenha mencionado o senhor Newton Machado e se esquivasse de um sorriso espontâneo?

O que devemos fazer agora é continuar regando as plantas, não deixar faltar água e comida para e bicharada e nunca, absolutamente nunca, esquecer da “boniteza” da vida que acontecia naquele pedrado.

Parabéns, vovô Newton, por sua incrível jornada. Continuaremos orgulhosos!

 
 
Homenagem feita pelo meu irmão, Rafael Machado,
ao nosso querido e saudoso avô.
 
*Impossível não se emocionar!!!

1 de fev. de 2011

HOPPIPOLLA - Sigur Ros



O MELHOR CAFÉ DO MUNDO

Falávamos de canários, de mudas novas e árvores frutíferas, descobria, sem sairmos do lugar, as novidades mais recentes de qualquer lugar.
Tomávamos o melhor café do mundo, o mais doce e mais cremoso. Era o meus sonho, três garrafas de café sobre o fogão de lenha. Um doce, um sem, e outro que não me lembro o que era. Sem contar a baciada de biscoito de goma.
O sorriso era constante e o agradecimento até nas conversas.
A saudade é grande. A alegria de sua vida é infinita.
O meu conforto é o seu exemplo.
Obrigado por tudo, desde sempre!