FOTO: J.Machado - Carretéis - 2008Ai minha costureirinha, como lutei por ti.
Todos os dias uma surpresa depois das perguntas de sempre.
Seu carinho, sua voz e seu jeito doce.
Tão forte em tão frágil e pequenino corpo.
...
E como lhe queria bem.
Adorava seu raro sorriso e seu jeito austero.
Seus surdos balbucios, mulher de poucas palavras.
E como sonhei insonemente em dar-lhe melhores dias.
...
E como intercedi por ti.
E como implorei, sofria contigo, com suas chagas.
Ai minha doce mulher, por ti tanto me inquietei.
E que ousadia minha lhe chamar de minha.
...
Mas era minha.
A mais querida, a preferida.
A que me ouvia apesar de minha pouca importância.
Mas só pra ti, eu me sentia o maior de todos.
...
Agora foste pra longe dos meus olhos.
Levada por um pássaro com asas de luz.
Costuras agora o véu da alma no manto do infinito.
E saudoso agora estou da minha querida costureirinha.
Todos os dias uma surpresa depois das perguntas de sempre.
Seu carinho, sua voz e seu jeito doce.
Tão forte em tão frágil e pequenino corpo.
...
E como lhe queria bem.
Adorava seu raro sorriso e seu jeito austero.
Seus surdos balbucios, mulher de poucas palavras.
E como sonhei insonemente em dar-lhe melhores dias.
...
E como intercedi por ti.
E como implorei, sofria contigo, com suas chagas.
Ai minha doce mulher, por ti tanto me inquietei.
E que ousadia minha lhe chamar de minha.
...
Mas era minha.
A mais querida, a preferida.
A que me ouvia apesar de minha pouca importância.
Mas só pra ti, eu me sentia o maior de todos.
...
Agora foste pra longe dos meus olhos.
Levada por um pássaro com asas de luz.
Costuras agora o véu da alma no manto do infinito.
E saudoso agora estou da minha querida costureirinha.
Homenagem à minha costureirinha!


